Linguágil

Este blog é fruto das inter(ações) realizadas na disciplina Língua Portuguesa, no curso de Comunicação Social da UNIME, com o propósito de fomentar a leitura, a produção textual e ainda realizar uma incursão no mundo das linguagem(ns) e dos gêneros textuais. Vamos 'tecer coletivamente' este blog?!!! Convite feito!!! Bem-vind@s!!!!

Minha foto
Nome:

Quem somos nós? Somos aprendizes. Estamos todos na universidade para aprender, uns com os outr@s. Os alun@s aprendem com seus professores, os professores que aprendem com seus alunos. Viemos todos com o mesmo objetivo: captar os ensinamentos que são oferecidos. Assim, utilizando o que cada um acha que é de seu interesse, com os seus diferentes ritmos , estamos sempre descobrindo, lendo pesquisando. Ao mesmo tempo em que somos um grupo, somos único, singular, um só; ser individual. Queremos como educandos passar para vocês o que aprendemos, temos esse objetivo. Quando chegamos ao curso de Comunicação éramos todos estranhos uma para o outro; abrimos as ‘nossas portas’ e hoje somos uma família. Família de Comunicação Social, veja só que interessante! Somos estudantes, somos trabalhadores(as), somos criadores, somos sonhadores, somos produtores, somos telespectadores, somos autores, somos pais, somos filhos, somos homens, somos mulheres, somos negros, somos brancos, somos emissores, somos receptores, somos um grande mosaico, com nossos diferentes modos de ser. Somos um conjunto de informações e realizações, somos a comunicAção.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Boas-vindas!!!


Bem-vind@s ao blog da turma de Comunicação da UNIME- Lauro de Freitas.

“A linguagem dá ao homem uma possibilidade de criar mundos, de criar realidades, de evocar realidades não presentes. E a língua é uma forma particular dessa faculdade de criar mundos. A língua, nesse sentido, é a concretização de uma experiência histórica ”.
(Luiz Fiorin, 2005, p.72)

É exatamente por acreditar nas possibilidades infinitas de criação de mundos, de cultura, de produção de sentidos e de textos, que buscamos concretizar neste blog intitulado Linguágil, o dinamismo, a concretude da língua, ou seja, o uso da língua como prática social concreta, que nos faz ser sujeitos leitores(as)[i], produtores de textos, sujeitos discursivos e portanto, dialógicos.

A língua(gem) nos possibilitou dialogar, debater, discordar, provocar tensões, estabelecer vínculos ao longo deste semestre letivo.
Língua mater, fater, querida, odiada, (des)complicada, figurada, que nos deixa plenos de palavras fortes, belas, tristes, alegres, felizes, emocionantes, pejorativas, discriminatórias...
Foi nesse dinamismo de escrita, leituras, oralidade, que mergulhamos nos memoriais de leitura, lemos a nossa biblioteca e seu entorno, significamos nossos olhares sobre a universidade, o curso,e produzimos discursos.
Realizamos leituras diversas, dentre elas, a cinematográfica a partir do filme “ A troca” comparando com “Mães trocadas”, quando na ocasião exercitamos a nossa compreensão sobre linguagem, poder, argumentação, ideologia, letramento e suas implicações na vida de cada um de nós.
Aprendemos sobre a linguagem jornalística, os anúncios e suas duplicidades de sentidos e figurações, seus ritmos, sons e intencionalidades, seus ditos, implícitos e subentendidos. Pois é, deciframos signos, índices, símbolos e fomos tacitamente decifrando os sentidos dos signos no mundo e sua importância comunicativa.
Descobrimos que nada na língua é por acaso, que todo saber é revestido de poder e que neste ir e vir, estávamos apenas retomando a aula número 1(um) de língua portuguesa com a metáfora do iceberg sobre o sentido da leitura .
Aprendemos que ler é, sobretudo, ler o que está imerso e não apenas ler os explícitos apresentados no ápice do iceberg. E com tristeza constato que apenas começamos a ler, e a disciplina chegou ao final...
Aproveito aqui o uso da língua escrita para expressar minha saudade das aulas, da turma, dos diálogos, dos barulhos, dos conteúdos tão importantes e necessários à formação de cada um.Da dinâmica aula da biblioteca....
Pela língua nos comunicamos, escrevemos, anunciamos, vendemos, amamos, odiamos, incluímos, excluímos...
Língua poderosa que nos auxilia a desvendar mundos, realidades, explorar sentidos e novas palavras...Língua ágil, dinâmica, potente, interlocutora e produtiva que apenas começamos a (des)vendar...
Desejo que esta língua potencialize outros dizeres e saberes e que não deixem ‘morrer ’ o Linguágil para que não morra em nós, a capacidade de acreditar na tessitura coletiva deste texto e deste blog, que foi por nós gestado, nomeado, dinamizado...
Desejo sucessos entre textos, livros, avaliações, propagandas, e desejo ainda, que permaneçam ativamente no mundo: lendo, escrevendo, pesquisando, (re)lendo para que qualifiquem e ressignifiquem as suas existências neste planeta chamado terra.
Abraços afetuosos e esperançosos...
Profª Ana Lúcia Gomes
[i] A partir do uso leitor(as), as demais palavras devem ser lidas inserindo homens e mulheres como sujeitos produtores de textos.

Quem sou eu?????


Sou educadora, apaixonada pelas questões de linguagem(ns), de leitura e discurso, tendo ultimamente iniciado uma trajetória em educação à luz das relações de gênero; o que muito tem me ensinado e colocado à frente de constantes desafios.... Estamos, pois, como educadores e educadoras sendo gestados e (re)inventados a cada dia, na constante articulação no cotidiano das escolas, nas bibliotecas e universidade, buscando também reiventar estes espaços formativos a partir dos nossos fazeres, dizeres, estudos, partilhas....
Estou em parceria com meus alunos(as) gestando este edublog de Língua Portuguesa, na crença de que a partir dele, teremos cada vez mais leitores(as), produtores(as) de textos diversos e, que a partir dos seus dizeres estabeleçam a comunicação como o mundo e qualifiquem suas existências.
Eis meu maior objetivo com esta atividade ' empreendedora'.
Até mais interações!!!
Ana Lúcia

Miniglossário de Língua Portuguesa


RESUMO

A construção do Miniglossário, teve como objetivo, oportunizar a pesquisa e aprofundamento dos ocnceitos estudados em Língua Portuguesa, nos diferentes conteúdos, visando assim, compreender o significado das palavras, seus usos, e sua importância para a Língua Portuguesa. Através deste trabalho, buscamos compreender a essência de cada vocábulo aqui apresentado, construindo significados a partir do entendimento das ideias dos autores(as),de forma que não gravássemos a sua significância e sim compreendêssemos, para que não fiquemos esquecidos deles em outros contextos de uso e sim,que venhamos fazer uso deles em nosso cotidiano, possuindo, através deste tipo de atividade, uma maior amplitude do nosso léxico, ou seja, do nosso vocabulário, e conseqüentemente teremos mais domínio da linguagem.


INTRODUÇÃO

O que é um glossário? De acordo com o Dicionário Aurélio temos: [Do lat. glossariu.]. Substantivo masculino. 1. Vocabulário ou livro em que se explicam palavras de significação obscura; elucidário. 2. Dicionário de termos técnicos, científicos, poéticos, etc. 3. Vocabulário que figura como apêndice a uma obra, principalmente para elucidação de palavras e expressões regionais ou pouco usadas. 4. Léxico de um autor, que figura, em geral, como apêndice a uma edição crítica. Ainda que estejamos usando apenas palavras abordadas nas aulas de Língua Portuguesa. É pelo menos uma base, uma pequena parte, deste significado que queremos construir através deste mini glossário.


ADEQUAÇÃO LINGUÍSTICA: Adequação do texto para que seja compreendido.

ALOCUTOR: Aquele a que são dirigidas as palavras, quem ouvi.

ANTONOMÁSIA: É uma figura de linguagem caracterizada pela substituição de um nome por uma expressão que lembra uma qualidade, característica, ou fato que de alguma forma o identifique.

ASSALTOS: Quando alguém interrompe o texto oral.


BINÁRIO: Adjetivo. Que tem duas unidades, dois elementos.


COESÃO: Ligação forte entre vários elementos.


DECODIFICAÇÃO: Escrever em linguagem clara e comum um texto escrito em código.

DIACRÔNICO: Estuda não as relações entre termos coexistentes de um estado de língua, mas entre termos sucessivos que se substituem uns aos outros ao longo do tempo.

DIÁLOGO: Substantivo masculino. Fala alternada entre duas ou mais pessoas; conversação.

DICOTOMIA: divisão em duas partes; classificação que se baseia na divisão e subdivisão sucessiva em dois.

DICOTÔNICO: Conceitos diferentes entre dois elementos.


EMENTA: Substantivo feminino. Apontamento, nota.

ESCOLARIDADE: Grau de aprendizagem.

ESCOLARIZAÇÃO: Característica do texto escrito.

ESQUIPADAS: Esquisito, excêntrico, extravagante, singular.


GUISA: Maneira de ser ou de agir.


ÍCONE: Mantém uma relação de proximidade sensorial ou emotiva entre o signo, representação do objeto, e o objeto dinâmico em si.

INFORMATIVIDADE: É não atingir um português claro.

INFLUXO: Algo que è referente a influenciar.

ÍNDICE: ou parte representada de um todo anteriormente adquirido pela experiência subjetiva ou pela herança cultural - exemplo: onde há fumaça, logo há fogo.

INTERLOCUTOR: Conjuntos de todos os que falam, falam idéias.

IMPLÍCITOS: Adjetivo. Que está envolvido, mas não de modo claro; subentendido.

INVIABILIZAR: tornar Inviável.

ISOMORFA: vem do latim “Isso” que significa “mesmo” “igual” e “morfa” que é forma.


LECEFER: Bagunça zona, desorganização.

LEITURA: Ato, arte ou hábito de ler; decodificar a mensagem.

LEITOR: Aquele (aquela) que lê ou tem hábito de ler; a partir do modo como o texto se encontra linguisticamente construído vai proceder à construção dos sentidos.

LIBITUM: Uma expressão latina que significa “a vontade” “a bel prazer”.

LÍNGUA: O conjunto das palavras e expressões usadas por um povo, por uma nação, e o conjunto de regras da sua gramática.

LINGUAGEM: É o uso da língua como forma de expressão e comunicação entre as pessoas.

LINGUAGEM NÃO VERBAL: Ao contrário da verbal, não se utiliza do vocábulo, das palavras para se comunicar.

LINGUAGEM VERBAL: É que se utiliza de palavras quando se fala ou quando se escreve.

LINGUAGEM ORAL: Aquela que não é escrita... A língua falada. Existem dois tipos, a culta e a informal.

LOCUTOR: É um comunicador, quem fala.


MAGNITUDE: Importância, gravidade.

MANIQUEÍSTA: Como se fôssemos todo mal ou todo bom.

MEMÓRIA: Faculdade de reter idéias, sensações, impressões, adquiridas anteriormente. / Efeito da faculdade de lembrar; a própria lembrança. / Recordação que a posteridade guarda.

MEMORIAL: Exposição escrita, na qual se pleiteia alguma coisa, Memória ou nota para a instrução de uma questão diplomática.


OBJETO: Substantivo masculino. Tudo que é perceptível por qualquer dos sentidos.

ORIUNDO: Originário, proveniente, procedente, natural.


PATRIMONIALISTA: Pertencente ou relativo ao patrimonial.

PRAGMÁTICA: É o ramo da lingüística que estuda a linguagem no contexto do seu uso campo de estudo passou a englobar.

PRESSUPOSTO: que se pressupõe, circunstância que se considera como antecedente necessário de outra.

POLARIZADO: Atrair pra si, concertar.

PROLEGÔMENOS: É um termo literário derivado de um princípio grego que significa “as coisas que são ditas antes”, é uma espécie de estudo preparatório para querer-se, possa compreender melhor o assunto, uma exploração posterior.


RECÍPROCA: Que implica troca ou permuta, ou que se permuta entre duas pessoas ou grupos; mútuo.

REPRESENTANTE: Adjetivo de dois gêneros. Substantivo de dois gêneros. Que ou quem representa.


SEMIÓTICA: É a ciência geral dos signos e da semiose que estuda todos os fenômenos culturais como se fossem sistemas sígnicos, isto é, sistemas de significação.

SIGNO: Substantivo masculino. Sinal.

SIGNIFICANTE: Palavra a qual associamos o significado.

SIGNIFICADO: Imagem, idéia, conceito.

SÍMBOLO: É um signo que se refere ao objeto que denota em virtude de uma lei, normalmente uma associação de idéias gerais que opera no sentido de fazer com que o símbolo seja interpretado como se referindo aquele objeto.

SUBENTENDIDOS: Adjetivo. Que se subentende ou subentendeu.


TEXTO: Palavras citadas, ou escritas, ou até mesmo sinalizadas, para demonstrar ou documentar algo.


CONCLUSÃO

Em síntese, nosso objetivo central já foi expressado no resumo e na introdução deste trabalho, contudo podemos observar que assimilando o conteúdo e transcrevendo com nossas palavras, há uma maior facilidade de aprendizado, e pouca probabilidade de esquecermos os vocábulos e seus respectivos significados, abordados neste trabalho.

Postado por Jeanderson Reis.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Memorial de Leonardo Elsuffi.


Meu memorial de leitura.


Na minha infância tive pouco contato com livros, mas lembro de algumas histórias contadas por minha avó. Como, “Branca de neve e os sete anões” , “Chapeuzinho vermelho”, “ João e pé de feijão”, “Mickey mouse”, entre outros. Assim foi meu primeiro contato com os livros. O primeiro livro que realmente li foi meu querido pai quem me apresentou. Se chama “ o menino do dedo verde”. Não me recordo bem da história, mas foi o livro que marcou o meu inicio no mundo da leitura.  O próximo livro que li foi “O pequeno príncipe".
 
O primeiro romance que li foi “Iracema”, gostei muito do livro, me prendeu bastante e acabei  me surpreendendo pelo meu interesse em acabar de ler o livro. Na adolescência acabei ficando distante dos livros, e comecei a me interessar por revistas de esportes. Comecei a ler revistas como a “Veja” e “Isto é”. Ao completar 18 anos pedi para minha mãe assinar a “Play boy”, por incrível que pareça tem muitas reportagens legais e de conteúdo. 


Estou começando a ter contatos com livros de espiritismo, que tem me ajudado a refletir  e olhar o mundo de outra forma.

Aluno:  Leonardo Elsuffi 

Postado por Kelly Cristina. 

Memorial de Marcelino.


Ah, como eram mágicos e emocionantes aqueles dias em que minha tia Hulda, nos chamava (eu , primos e amiguinhos da que morávamos), para contar alguns causos e estórias! Sentados no chão, no muro, fosse qual fosse o local, tínhamos que sentar, pois não eram poucos os ambientes que ela nos fazia imaginar, sonhar e nos transportar ao mundo de Julio Verne em “A Volta ao Mundo em 80 Dias”, dos monstros marinhos, saci pererê, viagem a lua, navios piratas, com direito a “trilha sonora” também, do tipo: “-Sou Um Pirata Da Perna De Pau, Um Olho De Vidro e a Cara de Mau...”. Foi  assim que tive os primeiros contatos com o mundo literário, quando aprendi a desenhar ainda aos seis anos. Por ser de família de princípios religiosos, com base no cristianismo, li e estudei um pouco da Bíblia, digo um pouco, por tratar-se de um livro que até hoje, provoca discussões acirradas entre especialistas do meio.

Alfabetizado por minha mãe que é formada em Pedagogia, fui incentivado a ler tudo que estivesse ao meu alcance, de atlas geográfico a jornal e revistas. Desta forma, aprendi a ler e escrever sem me limitar a títulos específicos.

Tendo estudado, épocas em colégios particulares, épocas em colégios públicos,onde conclui o segundo grau Técnico em Contabilidade. Li livros da serie  ”Vagalume” e obras literárias como: “O Gigante de Botas”, “Deus me Livre”, “A Arvore que Dava Dinheiro”, “O Rapto do Garoto de Ouro”, “O Cortiço”, “Memórias de um Sargento de Milícias”, “Dom Casmurro” e outros. Além de me facinar a descoberta de uma gramática ilustrada que encontrei em casa. Até hoje não sei de quem era! Guardo por sinal, um dicionário ilustrado de 2000 páginas do ano de 1961 que pertenceu ao meu avô, pai do meu pai.

Tendo aprendido que livro trata-se de um objeto precioso, mantenho o cuidado de não fazer orelhas, repaginá-lo cuidadosamente e ainda forrar a capa como fazia minha mãe com os livros da escola.

Palavras Cruzadas, essas sim, me fizeram enriquecer o vocabulário, pois até hoje as faço, e ainda, eu e meu pai, cronometramos a solução de algumas, como forma de competição sadia. Agradeço a ele, pois me é  muito útil no que diz respeito a conhecimentos gerais.

Livros, li alguns, li Operação Cavalo de Tróia- J. J. Benitez, 100 Dias em Alto Mar- Amyr Klink, Como Vejo o Mundo-Albert Eistein, O Caçador de Pipas-Khaled Hosseini ,O Monge e o Executivo-James C. Hunter, A Arte da Guerra-Sun Tsu.

No que diz respeito a leitura cotidiana faço uso de revistas ( Veja, Época, Isto É, Caros Amigos, Carta Capital, Super Interessante, Cientific  American, História Viva, Mente e Cérebro, Galileu, Você S/A), porem tenho lido ultimamente títulos específicos da área socioeconômica do tipo: Mais Tempo, Mais Dinheiro-Gustavo Cerbasi e Christian Barbosa, Nunca Desista de Seus Sonhos-Augusto Cury.

Tentando dessas formas, ao longo da minha vida, manter-me informado e me educar não como “ledor” e sim como “leitor”, pois pretendo ler até... 


Postado por Kelly Cristina.

Memorial de Hebert


Tarefa nada fácil é lembrar nossa própria vida, que dirás discorrer sobre nossa formação leitora. No entanto, para isso, dispomos de fatores que nos possibilitam associá-los a nossa formação leitora. Sendo estes leitores-guia, ou seja, pessoas que de alguma maneira incentivaram intelectualmente como emocionalmente.

Tomando por base o meio escolar, desde pequeno facilmente me deixava encantar com as letras e os números. Mas confesso que, mesmo inocentemente ainda, os números me fascinavam mais do que as letras. Contudo, sempre me destacava ora fosse em tabuadas ora fosse em ditados. Sem esquecer as historinhas que são contadas pelos professores e também pelos nossos pais, avós, tios e aqueles que desfrutassem de belas histórias de vida ou recordam os mais famosos contos ou fábulas como Chapeuzinho Vermelho, Peter Pan e outros. Assim como andar, comecei a ler e escrever bem rápido e sempre mantive uma boa e bonita caligrafia sendo muito elogiado por colegas, professores e familiares.

De todo o contexto infanto-juvenil, para mim, algo surpreendentemente motivador para  a prática da boa escrita e que são pouco percebidas, são as gostosas rodinhas de amigos reunindo-se para jogar o inesquecível ABC (nomes com as iniciais das consoantes), ou aquela emocionante FORCA (descobrir palavras letra por letra) ou fosse aquela complicada SALADA DE FRUTAS (palavras de assuntos diversos com as iniciais das consoantes).

Agradeço a Deus por ter sido contemplado por uma avó que me ajudava bastante nas tarefas escolares e como se não bastasse, não só pelo motivo se ser professora, era a grande responsável por sermos dono de muitos livros em casa. Livros estes, que auxiliaram a fazer as pesquisas de colégio e me levaram a leitura dos mesmos. Do mesmo modo como gostava dos gibis da Turma da Mônica (Mauricio de Souza) e as fantásticas aventuras do TEX (Sergio Bonelli) e também da vasta linha de revistas que possuíamos, embora às vezes eu simplesmente olhasse as imagens.

Como era um garoto estudioso e interessado nos assuntos do colégio, gostava muito de pesquisar. Buscava resolver minhas dúvidas e curiosidades em dicionários, atlas, revistas do tipo Recreio, Veja, Isto é e Super Interessante, assim como tinham os livros e enciclopédias de animais, minhas preferidas, e as enciclopédias de assuntos gerais como A Enciclopédia das Enciclopédias da Folha de São Paulo (LAROUSSE-CAMBRIDGE-OXFORD-WEBSTER). Para finalizar a fase jovem, por influência de meu avô, entrei no mundo das palavras cruzadas e cheguei a ler um pouco da Bíblia.

Aproximara-se então o ensino médio. Possuía uma boa caligrafia, um bom léxico , uma boa concordância e uma boa leitura, fazendo com que, apesar de gostar mais de cálculos destacava-me na Língua Portuguesa e na Literatura. A mocidade, esta, aflorava em meu corpo, eu era muito carinhoso e romântico, a ponto de escrever inúmeros bilhetinhos e cartas para certas paqueras e namoradas que tinha. Sendo este um ponto muito importante para praticar e melhorar a escrita, já que precisava ser uma linguagem mais clara e ao mesmo tempo romântica que levasse as pessoas que estivessem lendo, transcender o imaginário de que eu estivesse ao seu lado lendo, declamando, versando para a mesma.

Isso me despertou um interesse maior no Romantismo que juntamente com as obras literárias exigidas no contexto do ensino, nos rodeava e nos confrontava através da sua leitura. Muitas dessas obras foram bem marcantes, pois produzimos apresentações teatrais que encenamos em sala de aula. Foram estas encenadas como o exemplo do Sítio do Pica-Pau Amarelo de Monteiro Lobato que de maneira descontraída e contagiante conseguimos levar a professora e nossos colegas a sentir um gostinho real da obra. Tivemos também apresentações como Vidas Secas, Triste Fim de Policarpo Quaresma, Dom Casmurro, Senhora, Iracema, O Cortiço, Navio Negreiro e O Pagador de Promessas que chegamos a apresentar no Aeroclube. Durante esse período, cheguei a ler ainda outras obras bem interessantes como Canção de Exílio de Gonçalves Dias, Memórias Póstumas de Brás Cubas de Machado de Assis, Capitães de Areia de Jorge Amado, O Estudante de Adelaide Carraro e um livrinho bem educativo e divertido que nos conduziu em diversos trabalhos, foi Memórias de Um Vírus. Para término do ensino médio foi solicitado pela nossa professora de Literatura, que fosse feito um Portfólio, devendo neste conter um resumo de nossas vidas escrevendo fatos escritos e fotos. Trabalho este que considerei muito curioso e que nos desenvolveu um aprimoramento e dinamismo na construção e montagem de textos.

Recentemente, o ambiente de trabalho, assim como o de cursos, me proporcionaram ler conteúdos do tipo “Animation Now”, temas sobre “Photoshop”, “Corel Draw” para o curso de computação gráfica que fazia. Sem esquecer minha paixão por animais, livros como “Um Dia Daqueles”, “Caçadores por Excelência” e “Enciclopédia de Animais” fazem parte do cenário do meu quarto. Já no âmbito trabalhista algo mais específico que se dirige aos “Regulamentos da Aeronáutica”.

Hoje, o ambiente de estudo em que vivo me proporciona uma ampla leitura para os assuntos relacionados ao meu curso que traz consigo a diversidade e globalidade de conhecimentos para serem adquiridos e, os meios que estes podem ser encontrados: livros, revistas, jornais, internet e outros. Vejo que tive um constrangimento de não ter tido maior empenho com a leitura e assim com os estudos e, me vejo hoje num comprometimento de melhorar essa situação.

Postado por Kelly Cristina .


quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Fotos da aula na biblioteca e da construção do blog de Língua Portuguesa.

Aula na biblioteca. Lendo a biblioteca da UNIME: olhares plurais.



Turma do 1ºsemestre de Comunicação da UNIME- Lauro de Freitas.
Para ver as fotos de nossa aula na biblioteca da UNIME e da oficina de produção do blog de Língua Portuguesa, clique aqui

Memorial de Jamile Jeane .


MEMORIAL DE LEITURA




Eu nasci em SSA, sou de uma família humilde, cresci fui uma criança muito esperta e muito adorável pela família e por todos... Gostava sempre de estar com a familia, pois eu era muito apegada a eles, saia sempre pra praia com toda a família, todos se reuniam para fazer um grande almoço ou jantar, eu fui uma criança muito alegre... Na minha infância li histórias como chapeuzinho vermelho, o pequeno polegar, Dona baratinha entre outros...

Cresci escutando músicas, ouvindo histórias, gostava de ler histórias em quadrinhos, adorava colecionar figuras, cartões telefônicos, canetas, adorava brincadeiras tipo: pique esconde, cuzcuz, garrafão, pula corda, estrela parcela, adorava andar de bicicleta e de sair muito pra shopping, praia, park. Durante meus 15 anos já ensino médio gostava de fazer muitas amizades, aproveitava todas as oportunidades, gostava sempre de estar reunidos com pessoas que eu admirava, gostava de sair, comecei a ir pra shows, era fanática pelo grupo os Travessos, todos os shows que tinha eu tava lá pra poder prestigiar eles, tanto que nos meus 17 anos acabei conhecendo o grupo os Travessos por uma promoção que teve na rádio com um belo café da manhã, dei presentes a eles, ganhei CD e camisa autógrafada, fiquei super feliz, pois pra mim era um enorme prazer em estar ao lado do grupo que eu admirava muito...

 

Adorava estar com as amigas, reunir para estudar, para conversar e assim saber de tudo o que se passava na vida! Sempre sair e li alguns livros como: Porque os homens fazem sexo e as mulheres fazem amor, o código da vinci... Terminei meu 2º grau, e aprendi várias coisas, eu usufluir uma metade da leitura, mais tenho curiosidades para aprender mais. Hoje tô aqui fazendo curso de Comunicação Social, para obter mais conhecimentos na área alcançar meus objetivos e enfim me formar, para a minha e a alegria de toda à família.

Postado por Kelly Cristina .







Memorial de Samuel Cardoso.


Memorial de leitura


A minha historia de leitura começou ainda bem cedo na alfabetização, era um mundo novo que eu estava descobrindo, não podia ver as letras que começava a junta – las, começou com as historinhas em quadrinho da Mauricio de Souza, ler é como viajar por lugares nunca dantes habitados, e cresce aumentar o aprendizado e o intelecto.

Como tudo está em constantemente evolução, foi assim também comigo, de simples revistas em quadrinhos passei a me interessar por mitologia grega e por lendas romanas, no entanto o que realmente me encantou é o que eu chamo de tesouro nacional, clássicos de José de Alencar, Machado de Assis, Gonçalves dias, é impressionante como pessoas são capazes de tão belas obras a ponto a inspirar e influenciar a vida de tantas outras.

o meu hábito pela leitura me fez amadurecer, encarar a vida com um outro olhar, de que tudo é possível basta acreditar e não pense que eu me tornei um sonhador que vive a base de utopias, não eu aprendi através das historias reais, contos que li a vencer os obstáculos, superar os limites e enxergar além do horizonte, é isso os grandes gênios me ensinaram e eu queria muito que muitas outras pessoas fossem impactadas pelo poder da leitura e tivessem a sua vida mudada, parassem de enxerga a vida como um fardo, um castigo sem fim.

Tanto a leitura teve uma grande contribuição para formação do meu caráter que me tornei um humilde escritor, quero impactar vidas também, mudar concepções errôneas e quebrará paradigmas.




Postado por Kelly Cristina.

Memorial de Marcelo Pitombo


MEMORIAL


Nunca tive um incentivo direto para a leitura, indiretamente tive do meu irmão que sempre gostou de ler mangás (gibis oriental), mesmo assim não fazia parte de meu dia a dia, fiz algumas tentativas de livros que contam a história, mas acho que começar com um livros desses, com palavras formais de, mas logo eu que não estava acostumado a ler foi fundamental para não ler, mas. Na escola, no primeiro grau lembro muito pouco algumas coisas como brincadeiras com os colegas, de professores e principalmente como era ruim em algumas matérias, mas não lembro se tive incentivo escolar.


Já no segundo grau, foi a época que, mais tive preocupação com a leitura sempre caía em atividades certas leituras, mas nunca lia, “ia” sempre na interpretação dos textos que normalmente são trechos de um livro ou de outro texto maior que não tem como responder as questões sem ter lido o texto antes, se a professora queria que a gente lesse o texto por que ela colocava-o nas atividades? Nunca liguei muito para os estudos embora sempre tive presente na escola, nunca fui de falta e sempre fui de ter vários amigos essa sempre foi minha marca, sempre de bem com os professores e funcionários da escola, todos sabiam de minha disposição em relação aos estudo e leitura.
Tenho lembrança ate mesmo por que são muito recente do segundo grau, de professores que sempre passaram livros para os alunos, mas sempre no intuito de ler por que valia nota e na minha cabeça sempre batia na mesma tecla – se vai ter um texto para a interpretação, porque ler o livro todo? Basta o resumo – e não dava outra, tinha lá o texto do livro e as perguntas relacionadas ao texto, as outras perguntas eram superficiais sobre o livro que basta ler o resumo e saberá do que se trata.
Parece que estou tentando colocar a culpa sempre em alguém que não seja eu, realmente nunca me interessei a ler qualquer tipo de texto para falar a verdade só leio revista de futebol, a única coisa que me interessa a ler. Sempre lembro quando mandava levar livros ou revista de qual gostava de ler, sempre levava a mesma revista, sempre de esporte
Basicamente é isso minha “história” de leitura, não sei se é fora dos padrões de aluno de colégio público, mas sei que não é bom ao contrario, hoje sinto o quanto perdi nesse tempo.


Posado por Kelly Cristina .

Memorial de Bruno Carlos.

Bruno Carlos dos Santos.




Falar de si mesmo nunca foi tarefa simples. Falar de si, relembrando fatos importantes, é ainda mais complicado. Torno público por meio deste um de meus maiores defeitos, o de nunca ter paciência para leitura. E o que é pior nisso tudo, é que tenho ciência desse defeito e nada fiz para corrigi-lo. Hoje sinto diretamente os malefícios que esse comodismo me causou. Em contra partida, sinto-me hoje, obrigado a fazer da leitura uma tarefa corriqueira e o mais agradável possível, pois sei que sem leitura não existe conhecimento.

Minha relação com a leitura começou quando criança no pequeno Educandário Cecília Pinheiro, no bairro da Valéria, em Salvador, no ano de 1995 quando tinha apenas 6 anos de idade, onde freqüentei a alfabetização com a inesquecível professora Rose, uma adorável senhora, que hoje em dia já deve repousar o sono eterno com a graça de nosso Senhor Jesus, a qual eu tinha um medo quase que mortal. Junto de nossa classe estudavam os alunos da 1ª série, turma onde meu meio irmão Wallace fazia parte, eram duas turmas numa só classe. Desenvolvíamos tarefas simples, como caligrafia, atividades recreativas e leituras em classe, quase sempre feitas pela Prof. Rose.


Entrando o ano de 1996, já com 7 anos de idade, ingressei no ensino fundamental no Colégio Adventista de Salvador (CAS) que fica no bairro de Nazaré, também na cidade de Salvador. Cursando a 1ª série com a ainda mais inesquecível professora Solange, professora essa que até hoje busco reencontrá-la para agradecer os importantes ensinos que ela me passou, tive a primeira experiência amorosa de minha vida ao me apaixonar por uma pequena garota de minha classe chamada Yasmin que 13 anos depois viria a ser minha namorada provando assim que amor de criança é o mais verdadeiro dos amores e me ensinando lições que certamente levarei para minha vida inteira. Nessa etapa de minha vida tive efetivamente minha iniciação na leitura, ao desenvolver sozinho, com o estímulo da ímpar professora Solange, minha primeira leitura, o livro “Amigos da Natureza”, um livro educativo com bases religiosas que falava de como preservar a natureza.


Ao término do ano letivo de 1996 minha família mudou-se para a cidade de Londrina no estado do Paraná, onde fiz a primeira metade da 2ª Série do ensino primário, época essa que guardo poucas recordações acadêmicas. Terminando o primeiro semestre de 1997 uma nova e radical mudança. Dessa vez fomos para Goiânia no estado de Goiás, onde concluí minha 2ª série.


Conclusa a 2ª Série, nova mudança. De volta ao estado da Bahia, iniciando-se o ano letivo de 1998 no CEAI (Colégio Adventista do I.A.P.I) no bairro do I.A.P.I em Salvador com a querida professora Cremilda onde as atividades de leitura eram realizadas em sala de aula.


Chegamos ao ano 2000, onde enfrentei o mal de todos os juvenis. A difícil transição do primário para o colegial. O chamado “mal da 5ª série” foi muito forte em mim, onde tive uma queda acentuada no meu rendimento escolar. Ao término do ano letivo, mais uma mudança, fomos para São Paulo , inicialmente á passeio, onde uma proposta muito boa de emprego fez com que meu pai abrisse mão de uma estrutura “reconstruída” na Bahia, para começar praticamente do zero em São Paulo. Mais um período conturbado em minha formação sócio-acadêmica devido a mais essa mudança. Lembro-me como se fosse hoje, a entrada no Colégio Estadual Heróis da FEB no bairro do Parque Novo Mundo, zona norte da cidade de São Paulo, onde cursaria a 6ª, 7ª, e metade da 8ª série sempre limitando minhas experiências literárias aos livros didáticos e a alguns periódicos sobre assuntos específicos lidos aqui e ali.


De volta mais uma vez á Bahia, terminei minha 8ª série, já com 14 anos de idade, na mesma escola onde cursei a conturbada 5ª série.


Chegamos, em fim, a fase final de minha trajetória acadêmica e literária deste memorial. O ano de 2004 ficou marcado pelo meu ingresso no ensino médio, a fase mais prazerosa de minha carreira acadêmica até então. O local escolhido para viver essa fase foi o Colégio Estadual Bartolomeu de Gusmão em Lauro de Freitas. A partir daí minha experiência literária começou a se aprofundar, uma vez que o colégio continha em sua grade curricular a matéria de Literatura e Redação que, até o 2º Ano, eram anexos á matéria de Língua Portuguesa. Recordo-me de um trabalho que fiz sobra a vida e a obra de Victor Hugo, onde tive a oportunidade de ler boa parte de um de seus mais famosos e premiados títulos “Los Miserables”. Obra essa que embasou todo nosso trabalho. Tivemos também a oportunidade de estudar grandes títulos de nossa literatura como, “Os Lusídas” de Luiz de Camões, “O Cortiço” de Aluisio Azevedo entre outras.


Chegado o ano de 2006, no auge de meus 16 anos de idade, tive a maravilhosa oportunidade de ler o livro “Iracema” de José de Alencar para embasar parte de um trabalho inter-classes que desenvolvemos naquele ano.


Terminado o ensino médio ingressei num curso técnico de Transações Imobiliárias aproveitando o forte crescimento no mercado imobiliário de Salvador.

Hoje, cursando o nível superior, tenho buscado desenvolver mais o hábito de leitura, desde o início do curso a mais ou menos três meses, já tenho em meu currículo literário algumas obras, tais como: “Comunicação em Marketing” de J. B. Pinho, “O que é Marketing” de Raimar Richards entre outros títulos.


Durante a elaboração deste memorial, pude refletir sobre os erros e acertos cometidos durante minha carreira acadêmica e em que posso melhorar.


Espero poder elaborar outro trabalho como esse mais futuramente e ser mais rico em informações.



Bruno Carlos dos Santos.

Postado por Kelly Cristina.

Memorial de Kelly Cristina.


Minha história de Leitura.

Comecei a frequentar o colégo aos três anos de idade, pelo que minha mãe me contava eu até gostava de ir para a escola. Meu primeiro livro foi a cartilha, estudava no colégio Nossa Senhora Das Graças e minha primeira professora se chamava Edineia, essa que até hoje temos contato, gostavamos uma da outra e eu aprendi muito com ela. Ficamos juntas até eu chegar na primeira série, lembro-me também que ela tentava acelerar meus conhecimentos e assim ela me passou já para a segunda série, pelas conversas com minha mãe ela me achava preparada para tal.

Minha mãe junto com a " favorita" Edinéia me davam de presente cartilhas e coleções de livrinhos infantis para me incentivar na leitura. Minha mãe guarda alguns nas prateleiras lá de casa até hoje. Meu pai ele estudou somente até a quarta série do primário, mais ele é o que mais me incentiva ler, compra livros e livros e na minha casa chega a ter uma sala somente para isso. Ele sem pre me fala " conhecimento é tudo filha ", sem ele vc não chega a lugar nenhum, ele me explica que ler te dar argumentos para vencer na vida e abre milhões de portas.

Fiquei com a Edinéia até a oitava série, mais não tinha ela mais como professora, somente como amiga mesmo. Minha mãe sempre foi presente nos meus estudos. Por ela não ter estudado, ela e meu pai sempre quis me ver estudando, chegava a ser chato. ( risos )

Mudei para o colégio Thales de Azevedo para cursar o primeiro ano do segundo grau, achava tudo o máximo, gente nova, lugar novo, e coisas novas para aprender também, lembro-me logo do impacto do tamanho dos livros, acostumada com o ginásio, chegava a ser assustador . Foi daí que passei a ler romances como " Dom Casmurro ", Memórias Postumas de Brás Cubas " e Luiz Camões . Os professores passavam os livros como atividade e mesmo quem não gostava de ler tinha que ler.

No segundo ano do segundo grau eu mudei para um colégio do bairro mussurunga onde moro o colégio se chamava Fischer, minha professora de português se chamava Ana Lúcia , não gostava muito dela, ela era meio ríspida e por não ter bom relacionamento eu meio que não tirava minhas dúvidas da matéria, mais mesmo assim eu lia os livors que ela passava como atiidade, mais não com o mesmo entusiasmo que eu tinha com a Edinéi do primário. No meio do ano ela saiu do colegio, e meu novo professor se chamava Bruno, ele sim era legal, não sei se era porque ele era jove e bonito as aulas eram muito mais interessantes. ( risos )

O Bruno ele focava muito literatura, ele dava aulas de português e literatura também, ele vivia nos dizendo : UFBA só cai isso, vamos ler gente. Lembro dos meus trabalhos de equipe, ler e fazer resumo dos livros : Iracema, Macunaíma, O Alienista, Quincas Borba, Vidas secas ... Gente era tanto livro que nem sei. Mais miniha mãe comprava todos, e aproveitava para ler também. Tenho outros livros que eu li com minha mãe por gosto mesmo, livros pequenos, mais que na hora de dormir eu sempre olhava uma ou duas páginas, livros esses : O menino e o Jegue, e Cinco minutos, a viuvinha ( o que eu mais gostei ).
Hoje faço um curso de comunicação onde ler é indispensável, espero cultivar essa prática. Termino aqui minha história de Leitura.

Postado por Kelly Cristina .

Memorial de José Nilson


Podemos acreditar que tudo que a vida nos oferecerá no futuro é repetir o que fizemos ontem e hoje. Mas, se prestarmos atenção, vamos nos dar conta de que nenhum dia é igual a outro. Cada manhã traz uma benção escondida; uma benção que só serve para esse dia e que não se pode guardar nem desaproveitar. Se não usamos este milagre hoje, ele vai se perder.
Este milagre está nos detalhes do cotidiano; é preciso viver cada minuto porque ali encontramos a saída de nossas confusões, a alegria de nossos bons momentos, a pista correta para a decisão que tomaremos. Nunca podemos deixar que cada dia pareça igual ao anterior porque todos os dias são diferentes, porque estamos em constante processo de mudança (PAULO COELHO).

Não a fim sem um começo, então minha vida começou assim.era uma criança que a partir de meus 3 anos de idade dizendo minha mãe ANGELA IRIRS que eu não podia ver cor,foi da que comecei a ir a escola estudar, minha vida era pintar,pintar e pintar,aos 5 anos de idade comecei a ler já como eu gostava de cores adorava ler revistas em quadrinhos de:cebolinha, Mônica, batman e etc..fui crescendo e o interesse de leitura caindo,a partir de minha 3º serie comecei a ir para recuperação na escola,mais tudo bem passei de ano,na 4º serie passei direto coisa boa,também só nesta serie que passei direto porque até o meu ensino fundamental acabar sempre ficava em recuperação.perdi de ano na 7º série,primeiro ano que fui estudar em colégio do governo,voltei para o colégio particular onde sempre ia para a recuperação mais passava.sempre fui para recuperação mais não era por ser burro mais sim por gostar demais de brincadeira fora de hora.Neste período fiz curso de inglês durante 7 meses mais a duração era de 2 anos,fiz apenas 7 meses porque enjoei do curso achava a maior chatice do mundo,daí partir apara o urso de manutenção de microcomputadores onde a duração era de 1 ano e conseguir ficar durante 1 ano e ter meu certificado.

Ensino médio chegou pensei de começo “nunca mais vou para a recuperação”,queria que fosse verdade,no primeiro ano perdi de ano em colégio particular,minha mãe quase me esgana se eu não tivesse inventado uma mentira dizendo que a professora que não gostava de min(ela acreditou) graças a Deus.repetir o ano em colégio publico passei direto porque comecei a me interessar mais aos estudos,foi chegando a juventude não era mais hora para brincadeira,mais tinha outra coisa que substituiu a brincadeira o NAMORO,no ano seguinte voltei a ir apara recuperação mais tudo bem já era de se esperar, terceiro ano chegou minha vida mudou de repente,só pensava em fazer vestibular para o curso de biologia,comecei a estudar quando foi no mês de maio surgiu uma vaga de emprego para eu trabalhar na BOB’S(fast-food de sanduíches),tive que mudar de escola,chegando na outra escola estava sem nota da duas primeiras unidades porque o colégio que eu estudava tava em greve,comecei fazendo a 3º unidade na outra escola que ficava perto de minha casa para onde tive que se mudar para trabalhar,ainda pensava no vestibular quando final de ano chegou cair novamente em recuperação de 6 matérias onde conseguir passar em cinco e perder em uma,advinha qual foi essa ? BIOLOGIA. Fiquei sem entender, porque era a matéria que mais gostava e onde eu queria se profissionalizar.

Ano novo veio minha mãe queria que eu estudasse de novo, foi quando tive informação que existia o CPA (comissões permanentes de avaliação),foi minha salvação para não precisar estudar de novo,fui 4 meses seguidos para conseguir vaga e nada de conseguir,mês de maio chegou, conseguir a bendita vaga para fazer a avaliação minha sorte era tanta para não falar ao contrario que naquele mês não teria prova de biologia,junho chegou conseguir novamente a vaga onde marquei a prova para o dia 18 de junho,a prova estava super difícil...resultado eu tinha que pegar no dia 22de julho,já como eu tinha 1 ano de empresa recebi férias no mês de julho,não acreditava que iria passar no CPA mais mesmo assim meus pais insistindo para que eu fizesse vestibular,me matriculei no vestibular fiz a prova e viajei para o RIO DE JANEIRO para curtir as férias e ver uns parentes que não via a anos e anos.antes de viajar estava triste por ter perdido em biologia uma matéria que sempre gostei,daí que percebi que quando Deus quer é assim,daí fui vendo que a minha não era aquela área mesmo parentes,amigos e etc..falavam que minha área era mais comunicação mesmo porque sou uma pessoa super brincalhona e comunicativa...

Na casa para onde fui de meus parentes minhas primas são formadas, uma em medicina e a outra em direito e meu tio e policia federal. Diverti-me bastante, mas às vezes eles conversavam coisas e eu ficava perdido na conversa, não sabia o que falar ou não sabia certas palavras,foi daí que voltei para salvador com aquilo na cabeça,e disse a minha mãe e meu irmão vocês tem razão tenho que ler mais,eles sempre falavam menino vai ler um livro só quer saber de namorar e curtição.

Daí contei o caso a eles do RIO DE JANEIRO que eu ficava perdido na conversa 2(dois) dias depois que cheguei de férias vi o resultado que passei no vestibular e passei na prova do CPA,foi quando comecei a me interessar mais pelos estudos e começar a ler para esta mais informado e saber falar bonito e atualizado.
Sei que continuando assim um bom leitor serei um bom publicitário e vai ser difícil para alguém conseguir me pegar...como sempre digo: pode me olhar da cabeça aos pés,porque sei que nunca farão minha cabeça e nunca chegarão aos meus pés.

Figuras de Linguagem e Variações Estilisticas - Vídeo



O objetivo deste trabalho visa apresentar os aspectos da variação lingüística e das figuras de linguagem, na construção dos textos publicitários através dos diversos recursos lingüísticos e estilísticos, visando persuadir o destinatário da mensagem, o possível consumidor.

Memorial de Rodrigo Passos


MEMORIAL DE LEITURA


Sempre fui uma criança que tinha curiosidades por coisas novas quando era pequeno por volta de meus sete anos de idade já gostava de ouvir novas historias contos de diversas modalidades logo que entrei para a escola a professora colocava-me para pintar figuras desde que já me considerava por uma forma de leitura quando olhava para um desenho e ela me dava uma replica sem cor para que eu pintasse de acordo com o desenho que era estipulado isto já era bem interessante, pois estimulava a todos em sala e depois julgaria o melhor.

Quando entrei no ensino fundamental comecei a praticar a leitura como ciências, história, língua portuguesa mais nunca fui muito ligado a um estudo tão aprofundado sempre gostei de histórias em quadrinhos, desenhos, etc. Dei continuidade a meus estudos com essa deficiência de leitura hoje em dia vejo muitas crianças se especializando em leitura. Mais nem por isso deixei de cumprir minhas tarefas, contudo penso também que me faltou um pouco de incentivo nessa área que é muito importante para as nossas vidas.

Já no meu ensino médio comecei a praticar cada vez mais a leitura focada em história, português, filosofia dentre outras matérias nunca tive interesse em ler livros de romances aquelas revista que falava de novelas eu sempre fui focado mais em jornal, musica comecei a praticar desenho cheguei a ter um grande interesse e por falta de apoio pela própria escola que acho seria interessante se as escolas tivessem programas de apoio a estudantes que tivesse interesse em alguma área especifica seria bastante interessante mais nos fins de contas acabei deixando de lado essa arte. Hoje eu já enxergo um mundo diferente e a cada dia que passa me desperto uma curiosidade maior pelo habito da leitura e estou me esforçando o bastante para alcançar meus objetivos e atender minhas necessidades nunca fui uma pessoa muito ligada à arte de leitura e nem por isso tenho muitas dificuldades mais penso diferente e acredito que com esse habito me tornarei melhor do que já sou para que possa superar dificuldades e objetivos futuros, pois aquele que tem uma boa bagagem não fica para trás.

Postado por Kelly Cristina.

Memorial de Jorge Fernando

Memorial de Leitura


Sempre recebi do meu maior leitor guia um grande incentivo para a leitura. Desde pequeno observei minha mãe ler a bíblia, toda noite após a suas orações. Ela retirava trechos, alguns versículos que passava uma mensagem bastante significativa para mim e para minha irmã. Após a leitura alguns conselhos e uma breve exclamação – Leiam a bíblia meninos!!!!.

Quando pequeno não tive apego com os livros, me agradava muito mais arrancar as páginas dos livros para fazer pipas ou aviõezinhos de papel, do que sentar e tentar ler o que estava escrito, nas paginas arrancadas.

Minha irmã era total mente diferente, era apegada a leitura e gostava de escrever em diários ler poemas, romances, revistas interativas ou de fofoca acho que quando ela nasceu levou todo o gosto da leitura com ela.

Na escola o incentivo para leitura era a atividade dos livros de gramática, com os textos que deveríamos estudar e ler na frente da classe para o professor. Achava uma atividade constrangedora, pois se ouve erros na leitura, me faria repetir a leitura na outra semana me tornaria retardatário motivo de chacota e piadinha e reclamações ao chegar em casa.

Não gostava de ler, não achava interessante para mim, dava mais valor as brincadeiras de bola, pega-pega, queimado, entre outras que me faziam sorrir e gastavam minhas energias. Talvez minha falta de concentração fosse o maior motivo qual não conseguia me prender a leitura. Sempre fui um garoto hiper ativo, ficar parado lendo, quase nunca conseguia. Lembro de uma atividade da escola que foi por parte da disciplina de Língua Portuguesa, ler o livro Dom Casmurro de Machado de Assis, para após a leitura formar opiniões sobre o livro e debater em classe, sobre o conteúdo do mesmo. Numa viagem tentei, mais não consegui passar da quinta pagina em uma semana, sempre que sentava para ler absorvia algumas linhas e logo me distraía com qualquer coisa que passa-se na minha frente ou a conversa que escutava dos mais velhos e sempre recebia a bronca. - Vai estudar o livro menino! Mas não adiantava não fazia meu gênero ser um leitor de um livro que era antigo com linguagem difícil de ser entendida, de uma historia que não me chamava atenção e que achava pouco interessante.

Lembro que o livro que tive mais assiduidade na leitura foi o livro que ganhei de uma tia. O livro se chamava Orações. Era um livro de mais ou menos 25 páginas que toda noite quando deitava antes de dormir me fascinava pelas gravuras e a harmonia com o que estava escrito. Me trazia uma enorme paz.

Tentei ler alguns livros por influência dos amigos de colégio mais nunca terminei a leitura de nenhum. Harry Potter, Senhor dos Anéis e outros achava mais fácil assistir aos filmes lançados do que parar e ler a historia. Sempre ficava no meio o no início da leitura.

Revistas em quadrinhos tive três, presente do meu padrinho, que li cada uma delas umas cinco vezes repetidas.

Tenho hoje por obrigação descobrir o prazer da leitura, pois na área em que estou fazendo faculdade a informação é o elemento critico para eficácia de um bom trabalho. Hoje leio Propaganda É isso aí! Estou surpreso, pois é um livro que me prende e me desperta o prazer de adquirir conhecimento. As histórias de onde surgiu a propaganda, quem foi o pioneiro, quem deu o segundo passo para o sucesso e como até hoje e tem sua forma propagandista usada e como ele evolui.

Espero me tornar um leitor com assiduidade, terei que procurar livros que me despertem o gostar da leitura para que possa adquirir muita informação, não apenas para o trabalho, mas também para minha vida social.

Postado por Kelly Cristina .

Memorial de Filipe Orrico



Meu nome é Filipe Orrico, nasci em Salvador no dia 28/04/1990. Fui criado em uma família humilde, mas unida e harmoniosa, que sempre dentro das suas possibilidades me deu tudo de que precisei: estudos, lazer, amor e principalmente exemplos. Desde a primeira série do ensino primário estudei no CEAAT (Colégio Estadual de Aplicação Anísio Teixeira), e é a ele que devo toda minha base de estudos até hoje.
Acredito que a leitura seja uma porta para o mundo, mas, só pude perceber isso com a maturidade. Infelizmente não tive o incentivo dos meus pais para com livros, porém, sempre foram muito presentes na minha casa outros tipos de leituras, como a da vida.
Apesar da falta de incentivos no que diz respeito aos livros, sempre tive um diálogo aberto em casa, e isso me ajudou a entender as coisas com mais maturidade e fazer uma leitura mais realista da vida, talvez até distante do entendimento de uma criança, já que não se tratavam de histórias de cegonha ou algo do tipo. Meus pais sempre foram bem abertos a todos os tipos de assuntos, meu pai costumava dizer: “É melhor saber da minha boca do que ter curiosidade e descobrir de outras formas”. Já o sexo sempre foi um assunto claro e aberto, e eu sempre soube que não foi um simples pássaro que me trouxe a vida, e sim a relação sexual entre meu pai e minha mãe. Se partirmos desse ponto de vista, pode-se dizer que tenho o hábito da leitura desde muito pequeno, quando nem se quer sabia escrever. Pois, como diz o autor Paulo Freire: “O ato de ler ocorre muito antes da decodificação da palavra, no momento em que começamos a ler o nosso redor”.
No que diz respeito a real leitura de livros, ler um livro para mim era um ‘absurdo’, um hábito que nunca pensei que poderia se tornar algo integrante em minha vida.Porém, certa vez no ensino primário (quarta série), tive que ler um romance (cujo nome não me recordo) que seria o assunto da prova da unidade, e de uma obrigação passei a sentir prazer pelo hábito da leitura, acabei por ler o livro todo, e, dominando o assunto fiz uma boa prova. A partir daí tive uma outra visão da leitura e comecei a ter a percepção sobre os benefícios que ela poderia me trazer se optasse por aderi-la como um costume cotidiano.
Outra situação que ocorreu comigo, já no ensino fundamental e que também me obrigou a ler e de certa forma me constrangeu perante as pessoas, foi a frequência de erros ortográficos que cometia, e que serviam até mesmo como motivo de “chacota” para meus colegas, mais uma vez sentir a necessidade e a importância da leitura na vida de uma pessoa.
Sempre ouvia uma ex-professora minha dizendo que “a leitura é o principal responsável por uma escrita correta e, consequentemente, uma fala perfeita”.  Tomei atitude e peguei um livro de ficção científica pra ler: A Droga da Obediência, de Pedro Bandeira, lí com prazer e a cada página que eu passava queria chegar à próxima e assim sucessivamente, com uma imensa curiosidade de chegar ao final e desvendar os mistérios. Ao terminar, decidir por dar sequência à leitura com os livros A Droga do Amor e Pântano de Sangue, ambos do mesmo autor, Pedro Bandeira.
Aparentemente eu começaria uma fissura por livros, mas não foi o que aconteceu. Acabei por iniciar na fase da internet, e nunca mais tive “tempo” para ler um livro. Na verdade, não quis tê-lo, pois quando tinha oportunidade não a disponibilizava para leituras, quando parava para ler era apenas por ocasião de uma obrigação.
 No ensino médio, fui deixando progressivamente o vício da internet, pude perceber que ela é importante, e se bem utilizada poderia contribuir sensivelmente para minha formação em geral, mas não era e nem possuía tudo de que eu necessitava. Foi a partir desse discernimento que voltei a dar importância à leitura, disponibilizando de mais tempo para a mesma, e com mais maturidade encarei-a como necessária e indispensável. Comecei lendo livros que provavelmente cairiam no vestibular, como Senhora, Vidas Secas e outras obras de suma importância na nossa literatura.

Contudo, me considero um leitor relativamente iniciante e sei que não vou seguir todas as etapas da leitura como deveria: livros infantis, contos, fábulas, e daí por diante. Percebo dessa maneira que não poderei recuperar o tempo desperdiçado, entretanto, não vejo como se tudo estivesse perdido, pois, nesta nova fase da minha vida que é a Faculdade, aos 19 anos, pude reafirmar que a leitura é muito mais ampla do que eu pensava. Quero explora - lá como uma mata selvagem, lapidá-la como um diamante bruto, descobri-la como o homem primata descobriu o fogo, e dessa maneira quem sabe chegar a me tornar um leitor assíduo.

Postado por Kelly Cristina e Marcelo Pitombo .

quarta-feira, 25 de novembro de 2009

Memorial de Marlan Calheiros


Minha História de Leitura.

Começo a contar em poucas e simples palavras, a minha histíoria de leitura.
Comecei a estudar aos dez anos de idade, o que não é muito normal hoje, mais no interior, há vinte anos atras era comum, foi assim que começou a minha trajetória de luta pelos estudos. Apesar de não ter apoio da minha família para estudar, eu nunca repeti nem sequer um ano enquanto estava cursando o ensino fundamental lá na minha terrinha tão amada por mim.Porque foi lá que eu vivi s melhores momentos da minha vida; ouvi histórias contadas pela minha bisavó Dª Chica Preta, no terreiro de casa, á luz de candeeiro, e lia para ela livros de literatura de cordel.Era muito gratificante.

Minha Primeira professora ela ensinava o ABC e Cartilha apenas, porque ela só estudou até a quarta série primária, mas para mim Dª Nita é muito importante, foi quem me ensinou a dar os primeiros passos nessa minha caminhada.

Nunca tive incentivo á leitura, pois fui criada por minha avó que era analfabeta, e para ela que era lavradora isso não tinha muita importância. Aminha mãe sempre se orgulhou de mim, porque sempre tive vontade de estudar, ma também, não tinha como me incentivar a ler porque ela mal assinava su nome. Então fui buscando fazer minha parte: estudar.

Saí do interior para morar com minha tia, cursando a quarta série do primário, meus primos liam gibis, foi a partir daí que começei a ler mais um pouco, depois passei a ler livros de poesias " Linguagem das flores ", um livro muito bonito que fala dos significados das flores em forma de poesias, editado por Sheila Pickles. Livros emprestados pela escola como "Iracema", "Odisséia" e "Uma histrória de vôos", de Ziraldo, livros de romances entre outros. Leio também livros de auto-ajuda de Elen G. White, Cury e a minha Bíblia que sempre leio.

Conclui meu ginásio e logo depois estava com meu tão desejado segundo grau concluido. Para muitos isso é pouco, mais para mim foi uma vitória muito valiosa. Hoje tenho trinta e um anos, tenho uma filha de sete anos que está no segundo ano e seu primeiro presente foi uma coleção de historinhas bíblicas. Atualmente temos muitos livros, meu filho de três anos já está na escola sendo alabetizado e o que não falta na minha casa hoje é livro, mais tem um grande problema, leio porque sei que tenho que ler, mais para mim não é muito facil ler como se fosse um lazer e isso para mim é triste, porque gostaria de fazer da leitura minha eterna companheira, um hábito, porque sei que ler é uma grande necessidade.

Agora começo do " zero ". Consegui uma bolsa de estudos e estou na Unime fazendo um curso universitário. E do mesmo jeito que venci os obstáculos até hoje, vencerei hoje e sempre todos que surgirem, porque Deus está sempre comigo.

Postado por Kelly Cristina e Marcelo Pitombo .

Memorial de Noélia Aragão dos Santos.


Minha história de Leitura

Minha mãe foi minha maior incentivadora da leitura, pois era uma bela leitora.

Lembro-me que ainda criança ela trazia revistinhas em quadrinhos, Turma da Mônica, Tio Patinhas, Cebolinha, Luluzinha, eu malmente sabia ler e ficava horas paginando e olhando aquelas figuras e imaginava o que cada figura dizia e viajava naquele mundo de imaginação.

Mesmo sem saber ler direito eu entendia só de olhar os quadrinhos, fazia a leitura imaginária.O tempo foi passando e eu já entendia cada palavra escrita nas revistinhas e as lia várias vezes, até porque,a amiga de minha mãe era quem dava as revistas.Os filhos dela colecionavam as revistinhas e quando saia uma nova edição ela dava as velhas para minha mãe.

No ensino fundamental a professora passava os livros da série vaga-lume para complementar a leitura escolar. Li alguns, não lembro todos. “Meninos de asas” entre outros. Na minha adolescência li alguns romances, “Júlia” “ Juliana”, “Capricho”, e me imaginava no lugar de cada personagem,viajava naquele mundo de imaginação. Lembro bem de um livro literário que li no 2º grau que a professora passou, para assunto de prova, “Triste fim de policarpo Quaresma”. Fiquei um tempo sem ler livros, mas agora o curso me incentiva muito a leitura, ás vezes vou a biblioteca leio os jornais, as revistas, pego alguns livros para ler, estou lendo livros relacionados ao curso de comunicação sei que preciso ir mais vezes a biblioteca e ler muito mais.

O curso de comunicação está me incentivando muito a ampliar meus conhecimentos de leitura, porque é através dele que eu estou tendo um contato maior com os livros ,preciso deles para complementar meus estudos.


Postado por Kelly Cristina e Marcelo Pitombo .

domingo, 22 de novembro de 2009

Memorial de Luciane Cruz .


MELHORES LEMBRANÇAS DE LEITURA DA MINHA VIDA

Luciane Cruz
Ainda lembro-me da aula, da Professora de Língua Portuguesa Ana Lúcia, perguntado aos alunos quantos livros líamos por semana ou por mês, e comprar um livro? Quantos na sala faziam isso? Confesso: fiquei tentando relembrar a última vez que li um livro e de repente, me dei conta de que no auge dos meus 34 anos, lembrei-me de alguns poucos livros lidos com afinco e interesse em seu conteúdo e principalmente, os poucos que terminei.
Foi quando a professora pediu aos alunos que escrevessem o seu memorial de leitura e aí pensei no quão bom seria poder relembrar meu início de leitura, desde minha infância, onde os livros eram raros para mim, quando o máximo que tinha em minha casa era uma bíblia, e um livro de catecismo. Ainda me lembro que para ler, tinha que pegar emprestado livros de coleguinhas da escola onde fiz minha alfabetização. Lá em minha querida cidade natal “Ourolândia”, onde nas aulas com a professora que me desculpe, não recordo o nome, mas do que ela me dizia: “Menina, estuda, leia tudo que você puder, pois, tudo que lemos fica na lembrança e um dia vamos usar.”. Pois é... Sempre lembramos mesmo.

Comecei a ler de tudo; li muitos livretos, geralmente o que mais lia, eram as “literaturas de cordel”, bem acessíveis na minha época e idade. “Meu pai também escrevia muitos “causos” e poesias alegres e tristes, estórias e casos da região. Ainda sei cantar uma, como o “O causo das três irmãs que o poço engoliu” que ele sempre tocava em seu violão às 22 h quando apagavam a energia do nosso povoado. Eu ficava maravilhada com as estórias, e lia dezenas destes livretos. Os cadernos onde meu pai escrevia, estes, eu lia todos os dias.

Quando minha família veio morar em Salvador, comecei a ler revistinhas em quadrinhos, a maioria emprestada, entrando então em um mundo infantil de personagens que povoavam minha imaginação. Foi quando descobri os livros da coleção Vaga-Lume através de amigas da minha idade. Eu viajava nas aventuras destes livros, das palavras ora complicadas ora simples, pois a leitura fazia-se entender, cada livro com seu diálogo e seu tema. Para citar os meus preferidos: “Éramos seis”, “Perigos no Mar”, “Deus me livre”, “O escaravelho do diabo”, “A turma da rua quinze”, “O feijão e o sonho”, “O outro lado da ilha”, “Um cadáver houve rádio”, e “Açúcar amargo”, não li mais porque na época não encontrava quem tivesse para me emprestar.

No ginásio, algo mágico aconteceu quando o governo distribuiu um livro chamado “Almanaque”, lá tinha tanta informação, sobre fauna, flora, cultura, história do Brasil, hinos brasileiros, literatura, eram tantos os assuntos, e eu? Ficava deslumbrada com o conteúdo.

Mas, o auge da minha viagem pela leitura ainda estava por vir, quando aos 15 anos, sofri um acidente de carro, e ao chegar à minha casa após uma semana no hospital, dentre as muitas visitas que recebi, uma foi muito especial, era Lulusa, na época responsável pelo grupo jovem da igreja que eu freqüentava. Lembro-me que ela entrou no quarto com uma sacola grande cheia de livros, e me disse: trouxe-te umas companhias nestes dias que se seguirão à sua recuperação. Deguste bastante. Para minha surpresa, a sacola tinha exatamente 19 livros com assuntos diversos, biografias, livros de auto-ajuda, mas tinham 03 livros que até hoje trago em minha memória, “O vinho novo é melhor” de Robert Thomas, “A Quarta Dimensão” de David (Poul) Yongg Cho, e o principal que hoje é meu livro de cabeceira: uma Bíblia. Nossa! Estes livros fizeram parte dos meus dias de recuperação, e nos longos quatro meses que se seguiram, onde nem levantar a cabeça eu podia, só tinha duas coisas a fazer: ouvir música e ler livros! De repente estava conhecendo palavras novas, diferentes, novos vocábulos, verbos, linguagens e palavras bíblicas de uso religiosos que hoje me soam tão familiares. Minha experiência na leitura se deu neste encontro, em conhecer novas palavras, buscar seus significados, saber suas origens, a variação da linguagem, como na bíblia, onde temos vários livros diferentes uns dos outros, mas que dialogam entre si, onde temos o livro de Marcos que busca sua referência no livro de Isaías do Antigo Testamento, dentre outros ou quase todos. Lá encontramos os livros históricos, os proféticos, os poéticos, as de narrativa, as biografias, e o tão famoso livro de provérbios com sua linguagem, de não raras vezes, de difícil interpretação e compreensão, mas em sua majestosa riqueza de palavras. Sem deixar de falar do livro de Salmos, que em toda a sua sabedoria, seu autor expressa de forma exeqüível e suprema, as maravilhosas obras de seu Deus em seus 150 capítulos! Citando o livro de Jó, onde conta a sua saga e sua lealdade na crença a Deus diante das adversidades, o qual de forma tão fidelíssima foi reconhecido e merecedor da compaixão e misericórdia de Deus diante de sua fé.

Para mim, a Bíblia é sem dúvida, o livro completo. O qual busco até hoje, respostas para seguir no dia a dia. Sigo buscando outros conhecimentos, mas meu fundamento e minha filosofia de vida estão completos com a leitura diária desta maravilhosa coleção.

A prática da leitura é de uma importância tão grande em nossa formação, pois dela vem o conhecimento. Após minha recuperação, acostumada a ler e já no ensino médio, procurava sempre dar um “jeitinho” após as aulas de ir à biblioteca Monteiro Lobato, que ficava perto do colégio onde estudava. Lá eu me deliciava com os livros de histórias do autor, às vezes perdia a ‘hora” do ônibus. Eu lia de tudo lá, revistas, jornais, dicionários, lia aqueles livros enormes, fazia minhas pesquisas, eu gostava de ficar lá.

Hoje procuro ler outros conteúdos mais a bíblia; e outros livros de conteúdos diversos, alguns mais aprofundados. Gosto de ler biografias nacionais, ainda leio a coleção Vaga-Lume, leio jornais, embalagens, folhetos, li o livro “O Quatrilho”, quase terminei o livro “A arte da Guerra”, dentre outros ainda melhores que estão na fila da minha lista.

De uma coisa, eu sei, a aula da professora, que nos aconselha a enriquecer nosso vocabulário, me despertou para buscar novos conhecimentos, e voltar a ler ativamente como antes, para enriquecer ainda mais a “minha história de leitura”.

Luciane Pereira da Silva Cruz de Santana.

Salvador, 26 de setembro de 2009.

Postado por Kelly Cristina e Marcelo Pitombo . Editado Por Lucianne Cruz.