Linguágil

Este blog é fruto das inter(ações) realizadas na disciplina Língua Portuguesa, no curso de Comunicação Social da UNIME, com o propósito de fomentar a leitura, a produção textual e ainda realizar uma incursão no mundo das linguagem(ns) e dos gêneros textuais. Vamos 'tecer coletivamente' este blog?!!! Convite feito!!! Bem-vind@s!!!!

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Quem somos nós? Somos aprendizes. Estamos todos na universidade para aprender, uns com os outr@s. Os alun@s aprendem com seus professores, os professores que aprendem com seus alunos. Viemos todos com o mesmo objetivo: captar os ensinamentos que são oferecidos. Assim, utilizando o que cada um acha que é de seu interesse, com os seus diferentes ritmos , estamos sempre descobrindo, lendo pesquisando. Ao mesmo tempo em que somos um grupo, somos único, singular, um só; ser individual. Queremos como educandos passar para vocês o que aprendemos, temos esse objetivo. Quando chegamos ao curso de Comunicação éramos todos estranhos uma para o outro; abrimos as ‘nossas portas’ e hoje somos uma família. Família de Comunicação Social, veja só que interessante! Somos estudantes, somos trabalhadores(as), somos criadores, somos sonhadores, somos produtores, somos telespectadores, somos autores, somos pais, somos filhos, somos homens, somos mulheres, somos negros, somos brancos, somos emissores, somos receptores, somos um grande mosaico, com nossos diferentes modos de ser. Somos um conjunto de informações e realizações, somos a comunicAção.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Variação linguística: introdução

Variação (linguística)

A variação de uma língua é a forma pela qual ela difere de outras formas da linguagem sistemática e coerentemente. Uma nação apresenta diversos traços de identificação, e um deles é a língua. Esta pode variar de acordo com alguns fatores, tais como o tempo, o espaço, o nível cultural e a situação em que um indivíduo se manifesta verbalmente.
Variedade é um conceito maior do que estilo de prosa ou estilo de linguagem. Alguns escritores de sociolingüística usam o termo leto, aparentemente um processo de criação de palavras para termos específicos, são exemplos dessas variações:

§ dialetos (variação diatópica?), isto é, variações faladas por comunidades geograficamente definidas.


§ idioma é um termo intermediário na distinção dialeto-linguagem e é usado para se referir ao sistema comunicativo estudado (que poderia ser chamado tanto de um dialeto ou uma linguagem) quando sua condição em relação a esta distinção é irrelevante (sendo, portanto, um sinônimo para linguagem num sentido mais geral);

§ socioletos, isto é, variações faladas por comunidades socialmente definidas


§ linguagem padrão ou norma padrão, padronizada em função da comunicação pública e da educação


§ idioletos, isto é, uma variação particular a uma certa pessoa

§ registros (ou diátipos), isto é, o vocabulário especializado e/ou a gramática de certas atividades ou profissões;


§ etnoletos, para um grupo étnico;

§ ecoletos, um idioleto adotado por uma casa

Variações como dialetos, idioletos e socioletos podem ser distingüidos não apenas por seu vocabulário, mas também por diferenças na gramática, na fonologia e na versificação. Por exemplo, o sotaque de palavras tonais nas línguas escandinavas tem forma diferente em muitos dialetos. Um outro exemplo é como palavras estrangeiras em diferentes socioletos variam em seu grau de adaptação à fonologia básica da linguagem.

Certos registros profissionais, como o chamado legalês, mostram uma variação na gramática da linguagem padrão. Por exemplo, jornalistas ou advogados ingleses freqüentemente usammodos gramaticais, como o modo subjuntivo, que não são mais usados com freqüência por outros falantes. Muitos registros são simplesmente um conjunto especializado de termos (veja jargão).

É uma questão de definição de gíria e calão podem ser considerados como incluídos no conceito de variação ou de estilo. Coloquialismos e expressões idiomáticas geralmente são limitadas como variações do léxico, e de, portanto, estilo.

Espécies de variação:

Variação histórica

Acontece ao longo de um determinado período de tempo, pode ser identificada ao se comparar dois estados de uma língua. O processo de mudança é gradual: uma variante inicialmente utilizada por um grupo restrito de falantes passa a ser adotada por indivíduos socioeconomicamente mais expressivos. A forma antiga permanece ainda entre as gerações mais velhas, período em que as duas variantes convivem; porém com o tempo a nova variante torna-se normal na fala, e finalmente consagra-se pelo uso na modalidade escrita. As mudanças podem ser de grafia ou de significado.


Variação geográfica


Trata das diferentes formas de pronúncia, vocabulário e estrutura sintática entre regiões. Dentro de uma comunidade mais ampla, formam-se comunidades linguísticas menores em torno de centros polarizadores da cultura, política e economia, que acabam por definir os padrões lingüísticos utilizados na região de sua influência. As diferenças lingüísticas entre as regiões são graduais, nem sempre coincidindo com as fronteiras geográficas.


Variação social


Agrupa alguns fatores de diversidade: o nível sócio-econômico, determinado pelo meio social onde vive um indivíduo; o grau de educação; a idade e o sexo. A variação social não compromete a compreensão entre indivíduos, como poderia acontecer na variação regional; o uso de certas variantes pode indicar qual o nível sócio-econômico de uma pessoa, e há a possibilidade de alguém oriundo de um grupo menos favorecido atingir o padrão de maior prestígio.


Variação estilística


Considera um mesmo indivíduo em diferentes circunstâncias de comunicação: se está em um ambiente familiar, profissional, o grau de intimidade, o tipo de assunto tratado e quem são os receptores. Sem levar em conta as graduações intermediárias, é possível identificar dois limites extremos de estilo: o informal, quando há um mínimo de reflexão do indivíduo sobre as normas lingüísticas, utilizado nas conversações imediatas do cotidiano; e o formal, em que o grau de reflexão é máximo, utilizado em conversações que não são do dia-a-dia e cujo conteúdo é mais elaborado e complexo. Não se deve confundir o estilo formal e informal com lígua escrita e falada, pois os dois estilos ocorrem em ambas as formas de comunicação.

As diferentes modalidades de variação lingüística não existem isoladamente, havendo um inter-relacionamento entre elas: uma variante geográfica pode ser vista como uma variante social, considerando-se a migração entre regiões do país. Observa-se que o meio rural, por ser menos influenciado pelas mudanças da sociedade, preserva variantes antigas. O conhecimento do padrão de prestígio pode ser fator de mobilidade social para um indivíduo pertencente a uma classe menos favorecida.

Referência:
CAMACHO, R. (1988). A variação lingüística. In: Subsídios à proposta curricular de Língua Portuguesa para o 1º e 2º graus. Secretaria da Educação do Estado de São Paulo, p. 29-41.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Variação_(linguística)







Coerência e Coesão



Coerência e coesão textuais são dois conceitos importantes para uma melhor compreensão do texto e para a melhor escrita de trabalhos de redação de qualquer área.





A coesão trata basicamente das articulações gramaticais existentes entre as palavras, as orações e frases para garantir uma boa sequenciação de eventos. A coerência, por sua vez, aborda a relação lógica entre ideias, situações ou acontecimentos, apoiando-se, por vezes, em mecanismos formais, de natureza gramatical ou lexical, e no conhecimento compartilhado entro os usuários da língua.



Pode-se dizer que o conceito de coerência está ligado ao conteúdo, ou seja, está no sentido constituído pelo leitor.



Objeto do discurso



Para garantir a coerência de um texto é preciso identificar o objeto do discurso.



"A Coesão é a manifestação lingüística da coerência, que advém da maneira como os conceitos e relações subjacentes são expressos na superfície textual.Responsável pela unidade formal do texto, a coesão constrói-se através de mecanismos gramaticais (pronomes anafóricos, artigos, elipse, concordância, correlação entre os tempos verbais e conjunções) e lexicais." (COSTA VAL,1998)


Pode-se dizer portanto, que o conceito de coesão está ligado aos elementos constituintes do texto;;



A coerência de um texto é facilmente deduzida por um falante de uma língua, quando não se encontra nenhum sentido lógico entre as proposições de um enunciado oral ou escrito. É a competência linguística, tomada em sentido lato, que permite a esse falante reconhecer de imediato a coerência de um discurso. A competência linguística combina-se com a competência textual para possibilitar certas operações simples ou complexas da escrita literária ou não literária: um resumo, uma paráfrase, uma dissertação a partir de um tema dado, um comentário a um texjto literário, etc.



Coerência e coesão são fenômenos distintos porque podem ocorrer numa sequência coesiva de factos isolados que, combinados entre si, não têm condições para formar um texto. A coesão não é uma condição necessária e suficiente para constituir um texto. No exemplo:
- A Joana não estuda nesta Escola.



- Priscila quer ser jornalista, e, não, cantora.

- Ela não sabe qual é a Escola mais antiga da cidade.

- Esta Escola tem um jardim.

- A Escola não tem laboratório de línguas.

O termo lexical "Escola" é comum a todas as frases e o nome "Joana" está pronominalizado, contudo, tal não é suficiente para formar um texto, uma vez que não possuímos as relações de sentido que unificam a sequência, apesar da coesão individual das frases encadeadas (mas divorciadas semanticamente).


Referências
http://pt.wikipedia.org/wiki/Coerência_e_Coesão




Vídeos




Semiótica



Variação Lingüística1


Variação Lingüística2



Variação Lingüística3

Coesão e Coerência1




Coerência e Coesão em situações de ensino (EXTRA)



Linguagem nao verbal



Linguagem não verbal (Humorístico)




Linguagem Verbal e/ou Não Verbal


Postador por Filipe Orrico

Signos: breve introdução


Semiótica

A Semiótica (do grego semeiotiké ou "a arte dos sinais") é a ciência geral dos signos e da semiose que estuda todos os fenômenos culturais como se fossem sistemas sígnicos, isto é, sistemas de significação. Ocupa-se do estudo do processo de significação ou representação, na natureza e na cultura, do conceito ou da ideia. Mais abrangente que a linguística, a qual se restringe ao estudo dos signos lingüísticos, ou seja, do sistema sígnico da linguagem verbal, esta ciência tem por objeto qualquer sistema sígnico - Artes visuais, Música, Fotografia, Cinema, Culinária, Vestuário, Gestos,Religião, Ciência, etc.

É importante dizer que o saber é constituído por uma dupla face. A face semiológica ou semiótica (relativa ao significante) e a epistemológica (referente ao significado das palavras).

A semiótica tem, assim, a sua origem na mesma época que a filosofia e disciplinas afectas. Da Grécia até os nossos dias tem vindo a desenvolver-se continuamente. Porém, posteriormente, há cerca de dois ou três séculos, é que se começaram a manifestar aqueles que seriam apelidados pais da semiótica (ou semiologia).

Os problemas concernentes à semiótica podem retroceder a pensadores como Platão e Santo Agostinho, por exemplo. Entretanto, somente no início do século XX com os trabalhos paralelos de Ferdinand de Saussure e C. S. Peirce, a semiótica começa a adquirir autonomia e o status de ciência.

Charles Sanders Peirce
Do ponto de vista cronológico, a primeira personalidade a citar é Charles Sanders Peirce (1839-1914). Para ele, o Homem significa tudo que o cerca numa concepção triádica (firstness, secondness e thirdness), e é nestes pilares que toda a sua teoria se baseia. Num artigo intitulado “Sobre uma nova lista de categorias”, Peirce, em 14 de maio de 1867, descreveu suas três categorias universais de toda a experiência e pensamento. Considerando tudo aquilo que se força sobre nós, impondo-se ao nosso reconhecimento, e não confundindo pensamento com pensamento racional, Pierce concluiu que tudo o que aparece à consciência, assim o faz numa gradação de três propriedades que correspondem aos três elementos formais de toda e qualquer experiência. Essas categorias foram denominadas:

§ Qualidade;
§ Relação;
§ Representação.

Também para Peirce há três tipos de signos:

§ O ícone, que mantém uma relação de proximidade sensorial ou emotiva entre o signo, representação do objeto, e o objeto dinâmico em si; o signo icónico refere o objecto que denota na medida em que partilha com ele possui caracteres, caracteres esse que existem no objecto denotado independentemente da existência do signo. - exemplo: pintura, fotografia, o desenho de um boneco. É importante falar que um ícone não só pode exercer esta função como é o caso do desenho de um boneco de homem e mulher que ficam anexados à porta do banheiro indicando se é masculino ou feminino, a priori é ícone, mas também é símbolo, pois ao olhar para ele reconhecemos que ali há um banheiro e que é do gênero que o boneco representa, isto porque foi convencionado que assim seria, então ele é ícone e símbolo;

§ O índice, ou parte representada de um todo anteriormente adquirido pela experiência subjetiva ou pela herança cultural - exemplo: onde há fumaça, logo há fogo. Quer isso dizer que através de um indício (causa) tiramos conclusões. Ainda sobre o que nos diz este autor, é importante referir que «um signo, ou representamen, é qualquer coisa que está em vez de(stands for) outra coisa, «em determinado aspecto ou a qualquer título», (e que é considerado «representante» ou representação da coisa, do objecto - a matéria física) e, por último, o «interpretante» - a interpretação do objecto. Por exemplo, se estivéssemos a falar de "cadeira", o representante seria o conceito que temos de cadeira. Sucintamente, o índice é um signo que se refere ao objecto denotado em virtude de ser realmente afectado por esse objecto.

O objeto seria a cadeira em si e o interpretante o modo como relacionamos o objeto com a coisa representada, o objeto de madeira sobre o qual nos podemos sentar. Sobre isto é interessante ver a obra "One and three chairs" do artista plástico Joseph Kosuth. A principal característica do signo indicial é justamente a ligação física com seu objeto, como uma pegada é um "indício" de quem passou. A fotografia, por exemplo, é primeiramente um índice, pois é um registro da luz em determinado momento.

O símbolo, "é um signo que se refere ao objecto que denota em virtude de uma lei, normalmente uma associação de ideias gerais que opera no sentido de fazer com que o símbolo seja interpretado como se referindo aquele objecto". by Luis Caramelo Exemplo disso é a aliança de casamento, que rapidamente associo ao que denota, a instituição casamento.

Referências



quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Entrevista com o professor Hélder Florentino - Publicitário


Entrevista do Professor Hélder Florentino concedida à equipe do I semestre do curso de Comunicação Social com Habilitação em Publicidade e Propaganda, para posterior publicação no blog da turma denominado "www.linguaagil.blogspot.com", como avaliação da disciplina de Língua Portuguesa, ministrada pela Professora Ana Lúcia Gomes.

Veja aqui a entrevista com o Prof. Hélder Florentino - Publicitário.

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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Memorial Diego Marinho Lopes



Meu Livro

 Minha Vida




Meu nome é Diego Lopes Marinho, nasci no dia 06/08/1985 na cidade de Salvador, e com seis anos entrei para escola de educação infantil chamada Tio Paulinho, dando início aos meus primeiros passos como leitor. Minha primeira professora chamava-se Dolores e a segunda professora que era a da Pré-Escola chamava-se Cleide. Lá pude aprender muitas coisas: as brincadeiras no parque, pega–pega, esconde–esconde; de ter a liberdade de correr, pular, ser criança e viver a infância. No parque o brinquedo Jacaré era um barco que navegava bem rápido só parava quando uma criança (passageiro) ia subir a bordo.


Uma das atividades que mais gostava era de pintar o papel com giz de cera contornando os desenhos. Iniciei o ensino fundamental na escola Estadual de Aratu, minha professora chamava-se Maria Silva, e era uma senhora de idade já avançada, tranqüila e amorosa. Lembro-me da Cartilha Caminho Suave e que quando terminávamos a última lição da cartilha recebíamos livro Caminho Suave, o livro continha textos curtos, simples e descontextualizados.


Lembro-me que gostava muito dos livros de romance policial, embora não pareça me divertia muito ao ler aquelas incríveis histórias, tive o incentivo de minha mãe que por ser evangélica, sempre me incentivava a ler a bíblia mostrando-me vários conhecimentos através da mesma.


Nesta escola terminei o ensino fundamental (1ª série à 8ª série). Dando continuidade aos estudos (ensino médio), onde me formei no ano de 2003, no curso de formação geral.


Em 2003 fiz a matrícula para o curso técnico em mecatrônica, um curso que exigiu muito de mim como leitor. Fazia uso de livros com leitura técnica voltada para a área de robótica.


Jamais esquecerei os momentos que passei, dos professores e dos amigos que conquistei. E sempre mesclando conhecimento através da leitura, diversão e exemplos de pessoas mais experientes que seguirei a vida toda. Aprendi que na vida existem lições e que e que ter o conhecimento para jamais deixar uma pergunta em branco é uma das maiores lições aprendidas, entretanto para isso acontecer a influencia da leitura em minha vida é algo fundamental para chegar a esse objetivo.

Texto Lendo a biblioteca da UNIME: olhares plural


O estudo da biblioteca tem como objetivo mostrar anotações sobre infra-estrutura, acervo, periódicos, multimeios, impressões sobre a biblioteca, relação com bibliotecas, com os livros com os bibliotecários/as etc.

Biblioteca é lugar de estudo e, como tal, deve ser um ambiente agradável e que facilite a concentração. A biblioteca da Unime ocupa uma área de 1700 metros quadrados distribuídos em dois andares que incluem, dentre outras coisas, 19 salas para estudo em grupo. Horário de funcionamento: segunda à sexta - 08:00h às 22:00h e aos sábados - 8:00h às 12:00h. Sendo que o horário de funcionamento de serviço de empréstimo será de segunda a sexta-feira das 08:00h às 21:45 e aos sábados das 08:00h às 11:45h.

A biblioteca central é o órgão suplementar da estrutura geral da UNIME com funções de apoio ao ensino, à pesquisa e à extensão universitária, e atendimento aberto a toda comunidade para estudo e leitura.

Contando com um vasto acervo de 11.338 títulos e 54.430 exemplares para consultas ou empréstimos, a biblioteca disponibiliza ainda aos seus usuários videoteca, mapoteca, acesso à internet, principais jornais e revistas de circulação local e nacional.


A consulta local ao acervo da biblioteca pode ser feita via internet no endereço http://www.unime.edu.br/index.php?pg=biblioteca, ou no interior da própria biblioteca, através dos terminais de consultas que nos permite pesquisar o acervo, nos mostrando a localização dos livros, periódicos e etc. Os materiais da biblioteca podem ser emprestados à comunidade acadêmica segundo critérios específicos, visando à democratização e à dinamização de seu uso. As cotas e prazos de empréstimos respeitam as necessidades pedagógicas básicas de cada tipo de usuário pertencente à comunidade acadêmica. Para retirar qualquer material, o usuário precisa ter em mãos seu cartão de identificação da Unime. Todos os materiais retirados da Biblioteca por empréstimo normal podem ter seu prazo renovado desde que não haja reserva, caso um usuário necessite de um material que se encontre emprestado, ele pode solicitar a sua reserva a um funcionário, tendo o prazo de 24 horas para buscá-lo, caso contrário o material sairá da reserva.

No térreo onde se encontra os livros, a cada 08 exemplares 04 ficam disponíveis, 03 ficam com tarja amarela e 01 fica como amostra. Para identificar um livro na prateleira primeiro acha-se o número, depois a letra. Se o livro desejado, mesmo assim não for encontrado pode-se pedir ajuda a um funcionário à sua disposição para auxiliá-lo. Os livros de referência como: Atlas, Biografia, Catalogo, Cid, Dicionário, Enciclopédia e vocabulários não saem da biblioteca, a consulta tem que ser interna.

A sala de multimeios (1º andar da Biblioteca) dispõe de computadores com acesso à internet onde é permitida a pesquisa. A internet é de uso exclusivo para pesquisas acadêmicas, os terminais não possuem Office e em cada terminal há links de base de dados.

Além dos computadores, a sala de multimeios conta com o acervo de Coleções Especiais: obras raras, vídeos, CD, Fitas K7, monografias, dissertações, teses etc.

 Existe ainda um rico acervo de revistas e periódicos sobre os mais diversos assuntos que abrangem todos os cursos oferecidos pela faculdade além da assinatura das mais importantes revistas e jornais do país, tais como: Isto É, Época, Veja e os Jornais, A Tarde, Correio da Bahia, O Estado de São Paulo, Folha de São Paulo e Diários Oficiais, sendo que, apenas os Diários Oficias ficam disponíveis por 2 anos, ao contrário dos demais periódicos, que a cada 2 meses são feito os desbastes.

A sala conta também com uma Videoteca, com o acervo de 254 DVDs, onde encontramos os mais variados títulos, grandes sucessos do cinema como Matrix, Carandiru até os mais premiados e específicos documentários da rede internacional Discovery Chanel entre outros, nas salas específicas de vídeo temos cinco aparelhos de televisão, cinco aparelhos de DVD e dois aparelhos VHS. Na Mapoteca contamos com o acervo de mapas da cidade de Salvador e regiões Metropolitanas com 11 exemplares. O que nos ajuda muito em nossas pesquisas acadêmicas e no enriquecimento de nossa cultura.

Ainda no pavimento superior de nossa rica biblioteca, contamos com várias salas de estudo em grupo, em uma delas podemos contar com o auxílio do professor Uilton, em casos de orientações sobre regras da ABNT, revisão do texto e etc.

O que nos permite fazer uma socialização acadêmica sobre os assuntos do nosso curso, tendo assim toda a estrutura da biblioteca à nossa disposição.

Caso se tenha alguma reclamações a ser feita, deve-se procurar algum atendentes ou até mesmo a supervisora da biblioteca, que fica em uma sala específica para esse caso.


Conclusões

Nossas impressões sobre atendimento e infra-estrutura sãos as melhores, o ambiente é agradável e de qualidade, tornando fácil o nosso envolvimento com os livros e periódicos. Porem deixa a desejar em relação a atualizações dos títulos de Comunicação Social Publicidade e Propaganda, que foram atualizados oficialmente no ano de 2007 quando o curso foi reconhecido pelo MEC.

Elizabet Haussler, bibliotecária da UNIME e responsável pelas bibliotecas do grupo IUNI diz que: É importante que os alunos de comunicação usem os periódicos, pois os mesmos contem conteúdos fantásticos e de grande valia para o curso de Publicidade e Propaganda, mas percebemos que os alunos nãos os procuram com freqüência.

Sendo assim constatamos que os funcionários estão preparados para exercerem suas funções, nos proporcionando uma boa relação e nos ajudando a entender melhor a biblioteca e todo o seu conteúdo.


 

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Boas-vindas!!!


Bem-vind@s ao blog da turma de Comunicação da UNIME- Lauro de Freitas.

“A linguagem dá ao homem uma possibilidade de criar mundos, de criar realidades, de evocar realidades não presentes. E a língua é uma forma particular dessa faculdade de criar mundos. A língua, nesse sentido, é a concretização de uma experiência histórica ”.
(Luiz Fiorin, 2005, p.72)

É exatamente por acreditar nas possibilidades infinitas de criação de mundos, de cultura, de produção de sentidos e de textos, que buscamos concretizar neste blog intitulado Linguágil, o dinamismo, a concretude da língua, ou seja, o uso da língua como prática social concreta, que nos faz ser sujeitos leitores(as)[i], produtores de textos, sujeitos discursivos e portanto, dialógicos.

A língua(gem) nos possibilitou dialogar, debater, discordar, provocar tensões, estabelecer vínculos ao longo deste semestre letivo.
Língua mater, fater, querida, odiada, (des)complicada, figurada, que nos deixa plenos de palavras fortes, belas, tristes, alegres, felizes, emocionantes, pejorativas, discriminatórias...
Foi nesse dinamismo de escrita, leituras, oralidade, que mergulhamos nos memoriais de leitura, lemos a nossa biblioteca e seu entorno, significamos nossos olhares sobre a universidade, o curso,e produzimos discursos.
Realizamos leituras diversas, dentre elas, a cinematográfica a partir do filme “ A troca” comparando com “Mães trocadas”, quando na ocasião exercitamos a nossa compreensão sobre linguagem, poder, argumentação, ideologia, letramento e suas implicações na vida de cada um de nós.
Aprendemos sobre a linguagem jornalística, os anúncios e suas duplicidades de sentidos e figurações, seus ritmos, sons e intencionalidades, seus ditos, implícitos e subentendidos. Pois é, deciframos signos, índices, símbolos e fomos tacitamente decifrando os sentidos dos signos no mundo e sua importância comunicativa.
Descobrimos que nada na língua é por acaso, que todo saber é revestido de poder e que neste ir e vir, estávamos apenas retomando a aula número 1(um) de língua portuguesa com a metáfora do iceberg sobre o sentido da leitura .
Aprendemos que ler é, sobretudo, ler o que está imerso e não apenas ler os explícitos apresentados no ápice do iceberg. E com tristeza constato que apenas começamos a ler, e a disciplina chegou ao final...
Aproveito aqui o uso da língua escrita para expressar minha saudade das aulas, da turma, dos diálogos, dos barulhos, dos conteúdos tão importantes e necessários à formação de cada um.Da dinâmica aula da biblioteca....
Pela língua nos comunicamos, escrevemos, anunciamos, vendemos, amamos, odiamos, incluímos, excluímos...
Língua poderosa que nos auxilia a desvendar mundos, realidades, explorar sentidos e novas palavras...Língua ágil, dinâmica, potente, interlocutora e produtiva que apenas começamos a (des)vendar...
Desejo que esta língua potencialize outros dizeres e saberes e que não deixem ‘morrer ’ o Linguágil para que não morra em nós, a capacidade de acreditar na tessitura coletiva deste texto e deste blog, que foi por nós gestado, nomeado, dinamizado...
Desejo sucessos entre textos, livros, avaliações, propagandas, e desejo ainda, que permaneçam ativamente no mundo: lendo, escrevendo, pesquisando, (re)lendo para que qualifiquem e ressignifiquem as suas existências neste planeta chamado terra.
Abraços afetuosos e esperançosos...
Profª Ana Lúcia Gomes
[i] A partir do uso leitor(as), as demais palavras devem ser lidas inserindo homens e mulheres como sujeitos produtores de textos.

Quem sou eu?????


Sou educadora, apaixonada pelas questões de linguagem(ns), de leitura e discurso, tendo ultimamente iniciado uma trajetória em educação à luz das relações de gênero; o que muito tem me ensinado e colocado à frente de constantes desafios.... Estamos, pois, como educadores e educadoras sendo gestados e (re)inventados a cada dia, na constante articulação no cotidiano das escolas, nas bibliotecas e universidade, buscando também reiventar estes espaços formativos a partir dos nossos fazeres, dizeres, estudos, partilhas....
Estou em parceria com meus alunos(as) gestando este edublog de Língua Portuguesa, na crença de que a partir dele, teremos cada vez mais leitores(as), produtores(as) de textos diversos e, que a partir dos seus dizeres estabeleçam a comunicação como o mundo e qualifiquem suas existências.
Eis meu maior objetivo com esta atividade ' empreendedora'.
Até mais interações!!!
Ana Lúcia