Boas-vindas!!!
“A linguagem dá ao homem uma possibilidade de criar mundos, de criar realidades, de evocar realidades não presentes. E a língua é uma forma particular dessa faculdade de criar mundos. A língua, nesse sentido, é a concretização de uma experiência histórica ”.
(Luiz Fiorin, 2005, p.72)
É exatamente por acreditar nas possibilidades infinitas de criação de mundos, de cultura, de produção de sentidos e de textos, que buscamos concretizar neste blog intitulado Linguágil, o dinamismo, a concretude da língua, ou seja, o uso da língua como prática social concreta, que nos faz ser sujeitos leitores(as)[i], produtores de textos, sujeitos discursivos e portanto, dialógicos.
A língua(gem) nos possibilitou dialogar, debater, discordar, provocar tensões, estabelecer vínculos ao longo deste semestre letivo.
Língua mater, fater, querida, odiada, (des)complicada, figurada, que nos deixa plenos de palavras fortes, belas, tristes, alegres, felizes, emocionantes, pejorativas, discriminatórias...
Foi nesse dinamismo de escrita, leituras, oralidade, que mergulhamos nos memoriais de leitura, lemos a nossa biblioteca e seu entorno, significamos nossos olhares sobre a universidade, o curso,e produzimos discursos.
Aprendemos que ler é, sobretudo, ler o que está imerso e não apenas ler os explícitos apresentados no ápice do iceberg. E com tristeza constato que apenas começamos a ler, e a disciplina chegou ao final...
Pela língua nos comunicamos, escrevemos, anunciamos, vendemos, amamos, odiamos, incluímos, excluímos...
Língua poderosa que nos auxilia a desvendar mundos, realidades, explorar sentidos e novas palavras...Língua ágil, dinâmica, potente, interlocutora e produtiva que apenas começamos a (des)vendar...
Desejo que esta língua potencialize outros dizeres e saberes e que não deixem ‘morrer ’ o Linguágil para que não morra em nós, a capacidade de acreditar na tessitura coletiva deste texto e deste blog, que foi por nós gestado, nomeado, dinamizado...
Desejo sucessos entre textos, livros, avaliações, propagandas, e desejo ainda, que permaneçam ativamente no mundo: lendo, escrevendo, pesquisando, (re)lendo para que qualifiquem e ressignifiquem as suas existências neste planeta chamado terra.
[i] A partir do uso leitor(as), as demais palavras devem ser lidas inserindo homens e mulheres como sujeitos produtores de textos.


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