Memorial de Kelly Cristina.
Comecei a frequentar o colégo aos três anos de idade, pelo que minha mãe me contava eu até gostava de ir para a escola. Meu primeiro livro foi a cartilha, estudava no colégio Nossa Senhora Das Graças e minha primeira professora se chamava Edineia, essa que até hoje temos contato, gostavamos uma da outra e eu aprendi muito com ela. Ficamos juntas até eu chegar na primeira série, lembro-me também que ela tentava acelerar meus conhecimentos e assim ela me passou já para a segunda série, pelas conversas com minha mãe ela me achava preparada para tal.
Minha mãe junto com a " favorita" Edinéia me davam de presente cartilhas e coleções de livrinhos infantis para me incentivar na leitura. Minha mãe guarda alguns nas prateleiras lá de casa até hoje. Meu pai ele estudou somente até a quarta série do primário, mais ele é o que mais me incentiva ler, compra livros e livros e na minha casa chega a ter uma sala somente para isso. Ele sem pre me fala " conhecimento é tudo filha ", sem ele vc não chega a lugar nenhum, ele me explica que ler te dar argumentos para vencer na vida e abre milhões de portas.
Fiquei com a Edinéia até a oitava série, mais não tinha ela mais como professora, somente como amiga mesmo. Minha mãe sempre foi presente nos meus estudos. Por ela não ter estudado, ela e meu pai sempre quis me ver estudando, chegava a ser chato. ( risos )
Mudei para o colégio Thales de Azevedo para cursar o primeiro ano do segundo grau, achava tudo o máximo, gente nova, lugar novo, e coisas novas para aprender também, lembro-me logo do impacto do tamanho dos livros, acostumada com o ginásio, chegava a ser assustador . Foi daí que passei a ler romances como " Dom Casmurro ", Memórias Postumas de Brás Cubas " e Luiz Camões . Os professores passavam os livros como atividade e mesmo quem não gostava de ler tinha que ler.
No segundo ano do segundo grau eu mudei para um colégio do bairro mussurunga onde moro o colégio se chamava Fischer, minha professora de português se chamava Ana Lúcia , não gostava muito dela, ela era meio ríspida e por não ter bom relacionamento eu meio que não tirava minhas dúvidas da matéria, mais mesmo assim eu lia os livors que ela passava como atiidade, mais não com o mesmo entusiasmo que eu tinha com a Edinéi do primário. No meio do ano ela saiu do colegio, e meu novo professor se chamava Bruno, ele sim era legal, não sei se era porque ele era jove e bonito as aulas eram muito mais interessantes. ( risos )
O Bruno ele focava muito literatura, ele dava aulas de português e literatura também, ele vivia nos dizendo : UFBA só cai isso, vamos ler gente. Lembro dos meus trabalhos de equipe, ler e fazer resumo dos livros : Iracema, Macunaíma, O Alienista, Quincas Borba, Vidas secas ... Gente era tanto livro que nem sei. Mais miniha mãe comprava todos, e aproveitava para ler também. Tenho outros livros que eu li com minha mãe por gosto mesmo, livros pequenos, mais que na hora de dormir eu sempre olhava uma ou duas páginas, livros esses : O menino e o Jegue, e Cinco minutos, a viuvinha ( o que eu mais gostei ).
Hoje faço um curso de comunicação onde ler é indispensável, espero cultivar essa prática. Termino aqui minha história de Leitura.
Postado por Kelly Cristina .


2 Comentários:
Kelly querida, releia seu memorial para retomar o uso da pontuação. Está uma bela narrtiva, mas vamos deixar ainda mais objetivo e de maior entendimento para o leitor, a partir da aqdequação da pontuação que faz parte da microtextualidade... lembra da aula de coesão e coerência????
Mãos à obra!!!!
Ana Lúcia
digo,narrativa....rsss
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